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<title>História, contos e poesia </title>
<link>http://ohistoriador.nireblog.com</link>
<description>Blog criado no dia 17 de setembro de 2007, com a finalidade de divulgar textos histórico, bem como contos e poesias tanto do autor San Burundi como de outros autores. </description>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:54:21 +0100</pubDate>
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<title>História, contos e poesia </title>
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	<title>Desejos Carnais</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/09/16/desejos-carnais</link>
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		<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3"><img id="image526187" class="imgcentro" src="http://files.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/joao-e-maria.jpg" alt="joao-e-maria.jpg" width="141" height="118" align="middle" /> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">  </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Desejos Carnais</font></p>
<p> <font face="Times New Roman" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Que queres tu de mim, que fazes ao meu lado? Será que em meus devaneios te tenho incomodado?</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Não, não creio que assim seja, pois sempre respeitei, em sonhos minhas Deusas, mulheres que amei.</font></p>
<p> <font face="Times New Roman" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Sou sombra sorrateira em fim de estação, mas, guardo sem soberba o som de uma canção.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Canção que embala o sono da bela a descansar, deitada sobre a relva que brilha ao luar.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Luar do santo Jorge, que fere seu dragão, que embota toda a lua turvando seu clarão.</font></p>
<p> <font face="Times New Roman" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Qual noivo apaixonado eu sofro ao lado teu, se sois a Julieta serei o teu Romeu, Romeu versão moderna, dos dias atuais, rimando belos versos de rimas imorais.</font></p>
<p> <font face="Times New Roman" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3">Palavras obscenas requerem tradução, descendem do desejo de uma relação. Os corpos desnudados com muita excitação se eu não tiver teu corpo, me dê seu coração? </font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/09/16/desejos-carnais#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 01:05:00 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A Violência nos Contos Infantis</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/08/27/a-violencia-nos-contos-infantis</link>
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		<description><![CDATA[<p>O Escritor<img id="image522543" class="imgcentro" src="http://files.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/autografo.jpg" alt="autografo.jpg" width="640" height="480" align="middle" /> e Poeta San Burundi  inicia um novo projeto literário, cujo título provisório é "A Violência nos contos infantis"</p>
<p>O novo Livro promete polemizar muito, tendo em vista que, aponta crimes hediondos nos contos infantis.</p>
<p>Apresento, como aperitivo a história de João e Maria, que se inicia com o crime de abandono de incapaz, passa por invasão de propriedade, latrocínio(roubo seguido de morte), asssociação para o crime, receptação e exploração de menores. Tuudo isso apresentado, pelo texto, de forma apológica. O desfecho final é que o crime compensa, pois todos foram felizes para sempre, tudo isso é claro, as custas das economias de uma pobre senhora viuva que vivia sozinha numa floresta.</p>
<p>Quando Iniciei a pesquisa fiquei pasmado, pois os contos "infantis", principalmente os dos Irmãos Grimm, de Fenelon e de Perraut, trazem em seus bojos estupros, infidelidade conjugal, roubos, asssassinatos. latrocínios, incesto, pedofilia, preconceitos sociais,, estgmatizações, e outros crimes, tudo apresentado de forma apológica.</p>
<p>Vai valer a pena esperar por esse novo livro.</p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/08/27/a-violencia-nos-contos-infantis#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 02:07:04 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>57º Aniversário do poetinha San Burundi</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/02/26/57-aniversario-do-poetinha-san-burundi</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/02/26/57-aniversario-do-poetinha-san-burundi</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image479699" class="imgcentro" src="http://files.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/scannedimage-5.jpg" alt="scannedimage-5.jpg" width="300" height="214" align="middle" /></p>
<p align="justify"><font size="3" style="background-color: #33ccff"><strong>No dia em que completei 17 anos ingresava eu na Marinha do Brasil como Voluntário. Naquela ocasião, eu estava realizando meu grande sonho "Ser Fuzileiro Naval".  entrava para a tropa de elite da Marinha, onde, segundo Raquel de Queiróz, estão os homens mais másculos do planeta. Mesmo levando em consideração que a ilustre escritora era perdidamente apaixonada por um velho Almirante Naval, a verdade é  que com raríssimas exceções, a frase da escritora tem bases científicas, pois ao longo da carreira pude perceber que o Fuzileiro Naval Brasileiro é imbatível, quando o assunto é mulher. Para se ter uma idéia, quando o "Velho Garcia Dávila" atracava em qualquer Cais, a zona do baixo meretrício era fechada ao público, ficando as preciosas "Damas" a disposição dos Fuzileiros.</strong></font></p>
<p align="justify"><font size="3" style="background-color: #33ccff"><strong>Hoje, passados 40 anos, o velho "Lobo do Mar" relembra com saudades, os momentos gloriosos vividos a bordo dos velhos navios negreiros (essa era a forma como chamávamos os Navios Transporte de Tropas), que singravam os mares em busca de grandes emoções. Aquilo era gostoso, e como se diz na gíria de marinha, haja pau. Gameleira, Julião, Montanha, Pau da Bandeira, Ladeira do Mijo, Varandá, Nordeste de Amaralina, Sete de Setembro, Paripe, Piri Piri, Cabrália, Porto Seguro e outras ZBMs da Bahia, eram a extençao de nossas casas, Isso sem falar das ZBMs do Amazonas, Pará, Fortaleza, Santa Catarina, Espirito Santo, Pernambuco,  Trinindad e Tobago,  Roosevelt, Martinica, San Juan de Puerto Rico, Vieques, Cuba, Honduras, Nicarágua, EEUU, e muitos outros paízes, que se eu for enumerar perco a noite. Foram 32 anos de pura adrenalina. Hoje só restaram recordaçoes e uma frase "Puts Grila, como eu amei!". </strong></font></p>
<p align="justify"><font size="3" style="background-color: #33ccff"><strong>É, sou obrigado a admitir, Haja Pau!!!!!!!!!</strong></font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/02/26/57-aniversario-do-poetinha-san-burundi#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 01:15:29 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>ATÉ CONHECER JESUS</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/02/03/ate-conhecer-jesus</link>
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		<description><![CDATA[<div style="text-align: center"><img id="image235620" class="imgcentro" src="http://files.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/mae-santa.bmp" alt="mae-santa.bmp" width="280" height="289" /></div>
<p><font color="#006600">Esta canção poderia se chamar "Um ponto Final", pois já não se escre</font><font color="#006600">vem letras e melodias como esta. Linda, tocante e profunda.</font></p>
<p><font color="#006600">San Burundi</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Foram tantos os caminhos que eu andei, até conhecer Jesus.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Foram tantas as pessoas que eu amei, até conhecer Jesus,</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Foram tantas esperanças que eu juntei, até conhecer Jesus.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Foram tantos passos lentos que eu já dei, até conhecer Jesus.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Foram tantos os erros, as perdas e danos, foram tantos eu sei, meus pobres enganos, que eu até desisiti de viver, eu pensei em morrer.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Quantas pedras no caminho eu tropecei, até conhecer Jesus.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Tentando acertar no amor quanto eu errei, mas agora eu te encontrei.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc" color="#006600">Como o barco perdido, que encontra seu cais, Tudo quanto sofri, hoje não me faz mal, pois Jesus colocou no meu drama um ponto final.</font></p>
<p><font color="#006600"><font style="background-color: #ffffcc">Disco "Jesus" de Nelson</font> Ned</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/02/03/ate-conhecer-jesus#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 04:45:45 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Outro Pedagogo Na Família Burundi</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/01/07/outro-pedagogo-na-familia-burundi</link>
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		<description><![CDATA[<p><img id="image457848" class="imgcentro" src="http://files.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/16-10-87.JPG" alt="16-10-87.JPG" width="150" height="113" align="middle" /></p>
<p align="justify">      <font style="background-color: #ffcc99">Nesse Mês de Janeiro, cola grau o mais novo pedagogo da família Nascimento "Burundi". </font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffcc99">      Samuel Douglas, o filho mais velho do poetinha San Burundi, acaba de se formar em Pedagogia, sem o auxílio luxuoso das "Cotas". </font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffcc99">      Foram anos de luta e desconforto, mas valeu a pena, afinal, se tiver cabeça e firmeza de propósito, Samuel II poderá ocupar seu espaço no universo educacional e, assim, buscar sua emancipação social.</font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffcc99">      Saiba meu Filho, seu pai te ama muito e deseja para ti muito sucesso, mesmo que os ventos soprem ao contrário, pois como um bom marinheiro saberemos levar nosso barco ao porto seguro.</font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffcc99">      Por fim, deixo uma frase para que todos nós, "negros e mulatos", possamos meditar, pois mesmo depois de assinada a Lei Aurea, a escravidão não acabou:</font></p>
<p align="right"><font style="background-color: #ffcc99">"O mais desgraçado dos escravos é o que vive aprisionado ao pelourinho moral"</font></p>
<p align="right"><em><font size="1" style="background-color: #ffcc99">San Burundi (O poetinha Congolês)</font></em></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/01/07/outro-pedagogo-na-familia-burundi#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 00:43:41 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Novo Livro na Praça</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/01/07/novo-livro-na-praca</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/01/07/novo-livro-na-praca</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image457840" style="width: 240px; height: 215px" src="http://files.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/valdemir-12.JPG" alt="valdemir-12.JPG" width="240" height="215" align="left" /></p>
<p align="justify">      O <font style="background-color: #ffffcc">Poeta, Historiador, Estoriador, Piadista e Contador de Causos, San Burundi inicia seu sétimo projeto.</font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffffcc">      Entra em processo de publicação o sétimo livro do poetinha San Burundi, cujo título provisório será "Grito de Liberdade: as contribuições maçônicas nos projetos emancipacionistas pernambucanos" . Este livro levantará questões importantes sobre Itambé, a Confederação do Equador e outros projetos de emancipação política da província de Pernambuco, no século xix e o papel dos maçons clérigos e maçons leigos nessas conspirações.</font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffffcc">      Valerá a pena esperar, pois o projeto aponta que, mesmo com as proibições impostas pelo vaticano, a Maçonaria pernambucana fez do convento de Olinda e outras instituições religiosas, um berçario de irradiação dos ideais liberais, importados de Montpelier, Sourbone, na França e Coimbra em Portugal, pelos religiosos que regressavam desses centros de culturas, quase sempre, iniciados como maçons, ou simpatizantes da Trilogia "Liberdade, Igualdade e Fraternidade".</font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffffcc">San Burundi</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2009/01/07/novo-livro-na-praca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 00:19:22 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Desejos proibidos</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/12/10/desejos-proibidos</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/12/10/desejos-proibidos</guid>
		<description><![CDATA[<p><font style="background-color: #ffccff">Sabe, a muito tenho tanto pra te dizer, mas me faltavam as palavras.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Muitas vezes me peguei, olhando  essas costas largas, perfeitas para meu peitoril.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Encaixe perfeito da coroa no pinhão, onde irão dois corações, os seus sons sicronizar.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Deitados sob o céu, numa noite de luar. vendo estrela cintilar, na imansa escuridão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Teu corpo sobre o meu, meus braços enlaçam os teus. no peito essa tesão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Vontade de te amar, teu corpo penetrar, soltar minha paixão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Ai de mim, pobre coitado, que sonha acordado, que vive de ilusão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Pois nobre criatura, com tanta formosura, pra mim um avião. </font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">De vôo proibido, não sou o seu partido, mais um na multidão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Porém tenho esperança, meu bêbe minha criança, minha doce flor-de-liz.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">De fazer-me ser notado, aí sonhado acordado, serei muito mais feliz.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffccff">Por: San Burundi.</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/12/10/desejos-proibidos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 00:58:50 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>San Burundi </title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/12/08/san-burundi</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/12/08/san-burundi</guid>
		<description><![CDATA[<p>Aos amigos e Parentes que queiram contato comigo aqui vão os meus endereços:  <a href="mailto:sanburundi@hotmail.com">sanburundi@hotmail.com</a>   <a href="mailto:lobomumu@msn.com">lobomumu@msn.com</a>   <a href="mailto:sannascimento.burundi1@gmail.com">sannascimento.burundi1@gmail.com</a> <a href="mailto:sanaval@ig.com.br">sanaval@ig.com.br</a></p>
<p><a href="http://familialimasilvanascimento.myheritage.com/">http://familialimasilvanascimento.myheritage.com</a></p>
<p>é só acessar e se divertir</p>
<p>abraços a todos e bjs para todas</p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/12/08/san-burundi#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 03:03:16 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>por quê me olhas?</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/por-que-me-olhas</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/por-que-me-olhas</guid>
		<description><![CDATA[<p><font style="background-color: #6699ff">Por quê me olhas mulher? eu sei que você quer, ter comigo relação.Nesse caso vou contigo, mesmo correndo perigo, aplacar o teu tesão. Eu não sei se você sabe, em meu peito ainda arde, chama azul de uma paixão. Marcas de uma amor fingido, sonho bom de tempos idos, fantasias de verão.</font></p>
<p><font style="background-color: #6699ff">Muito embora meu passado, deu ao peito amargurado, dor suprema dor cruel. mesmo em dor contigo eu saio, pra fazer um bom trabalho, de prazer levar-te ao céu.</font></p>
<p><font style="background-color: #6699ff">Mas, se estais de sacanagem e por pura malandragem, tentas me aliciar, fique então você sabendo, mesmo de amor morrendo, vou aqui te dispénsar. Sua louca desvairada, o meu peito ainda guarda, forças para odiar. despejar todo despreso, e frustrar esse desejo de contigo acasalar.</font></p>
<p><font style="background-color: #6699ff">Por: San Burundi</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/por-que-me-olhas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 01:25:23 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Deflorando a menina dos meus olhos.</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/deflorando-a-menina-dos-meus-olhos</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/deflorando-a-menina-dos-meus-olhos</guid>
		<description><![CDATA[<p><font style="background-color: #99ffff">menina! quão bela és tu, formosa, na retina fica a prova, no olhar linda visão.</font></p>
<p><font style="background-color: #99ffff">Texto escrito em verso e prosa, alucina incomoda,  as veias do meu coração.</font></p>
<p><font style="background-color: #99ffff">Coração velho e cançado, de bater descompassado, sangue novo vem fluir.</font></p>
<p><font style="background-color: #99ffff">Peito oxigenado, vou sonhando acordado, não consigo mais dormir.</font></p>
<p><font style="background-color: #99ffff">Minha iris deflorada, por figura encantada, nos meus olhos a se exibir.</font></p>
<p><font style="background-color: #99ffff">Sua linda formosura, vai levar-me a loucura, por favor deixa eu dormir.</font></p>
<p><font style="background-color: #99ffff">Por: San Burundi</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/deflorando-a-menina-dos-meus-olhos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 01:14:08 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Novamente o amor</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/novamente-o-amor</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/novamente-o-amor</guid>
		<description><![CDATA[<p><font style="background-color: #ff9966">O amor me causa dor e alegria, numa lenta agonia, desse pobre coração.</font></p>
<p><font style="background-color: #ff9966">felicidade que meu pobre peito invade, quando vai deixa saudade, de uma chama que não arde, puro sonho, ilusão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ff9966">Dor de amor adormecida, que altera nossa vida, despertando emoção.</font></p>
<p><font style="background-color: #ff9966">Coisa ruim, bebida amarga, minha boca já não traga, coração não quer mais não.</font></p>
<p><font style="background-color: #ff9966">Essa velha sorrateira, me envolve em sua teia, a mdiscórdia ela semeia, vai matar-me de paixão.</font></p>
<p><font style="background-color: #ff9966"> Por: San Burundi.</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/26/novamente-o-amor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 01:06:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Sublime amor.</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/12/sublime-amor</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/12/sublime-amor</guid>
		<description><![CDATA[<p><font style="background-color: #00ffff">Áh o amor, </font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff"> quem é você que inesplicavel eu amo, </font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">quem é você que no silêncio eu sempre chamo,</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff"> pois de você não sei nem mesmo o seu nome?</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">Quem dera ver, por entre as brumas do meu sonho, </font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">tua figura como peça magistral,</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">que me atormenta qual assombro marginal.</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">Quero você, como preciso me nutrir, </font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">sob teus beijos gostaria de dormir,</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">e alegremente outro dia ver surgir.</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">Áh o amor, como é doce, como é belo,</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">por ti em sonhos toda noite eu espero.</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">amor profundo, vai matar-me de paixão.</font></p>
<p><font style="background-color: #00ffff">Por: San Burundi (O congolêz)</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/12/sublime-amor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 23:11:56 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Significado do nome Alzira, para todas as Alziras que acessam meu site</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/12/significado-do-nome-alzira-para-todas-as-alziras-que-acessam-meu-site</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/12/significado-do-nome-alzira-para-todas-as-alziras-que-acessam-meu-site</guid>
		<description><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%" align="justify"><font face="Arial"><em class="western" style="font-style: normal"><font size="4"><strong> ALZIRA</p>
<p> Origem:<br /> </strong>TEUTÔNICO</p>
<p> <strong>Significado:<br /> </strong>GRAÇA E BELEZA.</p>
<p> </font></em></font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%" align="justify"><font face="Arial"><em class="western" style="font-style: normal"><font size="4"></font></em></font></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%" align="justify"><font face="Arial"><em class="western" style="font-style: normal"><font size="4"><strong> </strong></font></em></font><font face="Arial"><em class="western" style="font-style: normal"><font size="4"><strong>Alzira</strong>: Significa ornamento, beleza. Indica uma pessoa intuitiva e extrovertida, que tem idéias originais e brilhantes a respeito de tudo e gosta de debatê-las com os amigos. Destaca-se em profissões ligadas à criação e à comunicação, como propaganda e jornalismo. hehehehehe se identifica com a Velha Cafetina de Angola rsrsrsrsrs</font></em></font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/11/12/significado-do-nome-alzira-para-todas-as-alziras-que-acessam-meu-site#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 22:44:13 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Ética  a mãe da moralidade</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/07/21/etica-a-mae-da-moralidade</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/07/21/etica-a-mae-da-moralidade</guid>
		<description><![CDATA[<p><font face="Times New Roman" size="3" style="background-color: #ffff33"><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.charge-o-matic.blogger.com.br/JusticaPograma.gif&amp;imgrefurl=http://www.charge-o-matic.blogger.com.br/2007_04_01_archive.html&amp;h=539&amp;w=518&amp;sz=32&amp;hl=pt-BR&amp;start=9&amp;tbnid=PKD0zQqxNxD0zM:&amp;tbnh=132&amp;tbnw=127&amp;prev=/images%3Fq%3Djusti%25C3%25A7a%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG"><br /> <br />
<div style="text-align: center"><img style="width: 239px; height: 280px; border: 1px solid" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:PKD0zQqxNxD0zM:http://www.charge-o-matic.blogger.com.br/JusticaPograma.gif" alt="" width="239" height="280" /></div>
<p> </a></font></p>
<p> <span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">Nesse mundo conturbado onde por alguns trocados matam-se pai, mãe ou irmãos, </font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">nasce<span>  </span>a mãe da malandragem, que mesmo na adversidade, oferece proteção.</font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3" style="background-color: #ffff33"> </font></span></p>
<p><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">Mãe justiça, surda e cega não se importa com as mazelas tidas por corrupção. </font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">Praticadas com freqüência, por aqueles que juraram sobre a constituição,</font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span> </span>preservarem as mãos limpas, enluvadas pela alvura dos ritos de iniciação.</font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3" style="background-color: #ffff33"> </font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span> </span></font></font></span></p>
<p><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">Segue a mãe justiça cega, alterando as vezes as regras, para dar mais proteção, aos doutores corrompidos, de cordeiros travestidos, ofuscando a visão.</font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3" style="background-color: #ffff33"> </font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span> </span></font></font></span></p>
<p><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">Povo pouco esclarecido, por promessas iludidos, sem rigor na apuração.</font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span> </span>Ladroagem sempre alerta, na justiça é quase certa a velha absolvição.</font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3" style="background-color: #ffff33"> </font></span></p>
<p><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.unimep.br/phpg/prosel/provasanteriores/provas2007I/imagens_braille/Etica.jpg&amp;imgrefurl=http://www.unimep.br/phpg/prosel/provasanteriores/provas2007I/v2007_DEZ_com_imagens.htm&amp;h=402&amp;w=425&amp;sz=37&amp;hl=pt-BR&amp;start=6&amp;tbnid=67Aohwir-p0wAM:&amp;tbnh=119&amp;tbnw=126&amp;prev=/images%3Fq%3D%25C3%25A9tica%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR"><br /> <br />
<div style="text-align: center"><img style="width: 202px; height: 224px; border: 1px solid" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:67Aohwir-p0wAM:http://www.unimep.br/phpg/prosel/provasanteriores/provas2007I/imagens_braille/Etica.jpg" alt="" width="202" height="224" /></div>
<p> </a></span></p>
<p><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">M<a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.unimep.br/phpg/prosel/provasanteriores/provas2007I/imagens_braille/Etica.jpg&amp;imgrefurl=http://www.unimep.br/phpg/prosel/provasanteriores/provas2007I/v2007_DEZ_com_imagens.htm&amp;h=402&amp;w=425&amp;sz=37&amp;hl=pt-BR&amp;start=6&amp;tbnid=67Aohwir-p0wAM:&amp;tbnh=119&amp;tbnw=126&amp;prev=/images%3Fq%3D%25C3%25A9tica%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR"></a>as eis que surge uma senhora, que matou a pau outrora, encanado figurões. </font></font></span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"><font size="3"><font style="background-color: #ffff33">Dama nobre e altaneira ressuscita bem fagueira, com promotores garotões</font></font></span></p>
<p><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'">Gente </span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'">jovem e resoluta, a quem a outra não assusta, mesmo agindo por pressão. </span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'">A madrinha da lisura entre outras ela figura como prima da moral. </span></font></font></p>
<p><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"> </span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'">Entre outras ela arrasta, a vergonha por pirraça, agradece e testifica. Que na prática o povo agita, e por ética ele grita chaga de corrupção, abra os olhos mãe justiça!</span><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'"> </span></font></font></p>
<p><font size="3"><font style="background-color: #ffff33"><span style="font-family: 'Bernard MT Condensed'">Por San Burundi</span></font></font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/07/21/etica-a-mae-da-moralidade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 12:30:54 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Amizade</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/06/08/amizade</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/06/08/amizade</guid>
		<description><![CDATA[<p><font size="5" style="background-color: #cc99ff"><br />
<div style="text-align: center"><img id="image324350" class="imgcentro" src="http://ohistoriador.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/ciume1.jpg" alt="ciume1.jpg" width="147" height="109" /></div>
<p> </font></p>
<p><font size="5" style="background-color: #cc99ff">O que é amizade?</font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Ser sempre agradável?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Concordar sempre com o outro, mesmo que ele esteja errado?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Falar coisas bonitas, sempre visando agradar o outro?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Abrir sempre as portas de sua casa, mesmo que a recíproca não seja verdadeira?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Ter sempre um sorriso a oferecer, mesmo que por dentro o coração esteja doendo?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Achar as malcriações dos filhos deles engraçadinhas?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Oferecer, sempre seu ombro amigo, sem questionar os motivos das lamentações deles?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Mentir sempre que a verdade possa causar celeumas neles?</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Perdão mas, nada disso é amizade.</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Isso está mais para submissão e dependência afetiva.</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Assim sendo, acredito que sempre serei um péssimo amigo.</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"><strong>Por: San Burundi (o Congolês)</strong></font></p>
<p><font style="background-color: #cc99ff"></font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/06/08/amizade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 02:02:41 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Simplesmente Maria</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/05/09/simplesmente-maria</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/05/09/simplesmente-maria</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'"><br /> </span></strong><strong><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'"><br />
<div style="text-align: center"><img id="image141392" class="imgcentro" src="http://ohistoriador.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/cruz.jpg" alt="cruz.jpg" width="63" height="86" /></div>
<p>Simplesmente Maria</p>
<p> </span></strong>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Do céu desceu essa linda criatura que mesmo vindo das alturas, guarda sempre os pés no chão. </span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Das alturas desce chuva, desce raio em lindas curvas, desce o ronco do trovão.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">E nas noites enluaradas, risca o céu estrela alada, qual cometa boreal.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Mas, quem será essa menina? Que inspira essas rimas, esse verso especial?</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Não é nossa mãe divina, mas seu nome principia, bem aqui na minha mão.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Letra M de Maria, mãe do céu! Virgem Maria! Ela é uma simpatia, cheia de educação.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Vive na sociedade, dos poetas acordados, com seus versos bem rimados, toca nossos corações.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">É do céu como Maria, mas não é Aparecida, mãe divina escolhida e tampouco Conceição.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Simplesmente é Maria, que com muita alegria. hoje tenho como amiga e fonte de inspiração.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Ela já não usa véu, mas tem sorriso cativante, Deus! Como é gratificante, partilhar desse seu céu.</span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Céus! É Maria do Céu</span><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'"> </span></p>
<p><span style="font-size: 24pt; font-family: 'Edwardian Script ITC'">Por: San Burundi</span></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/05/09/simplesmente-maria#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 09 May 2008 13:15:37 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Novo livro de San Burundi na praça</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/22/novo-livro-de-san-burundi-na-praca</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/22/novo-livro-de-san-burundi-na-praca</guid>
		<description><![CDATA[<div style="text-align: center"><img id="image282973" class="imgcentro" src="http://ohistoriador.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/capa-do-livro.jpg" alt="capa-do-livro.jpg" width="450" height="328" /></div>
<p>      <font style="background-color: #ffffcc">O autor San Burundi, acaba de escrever seu quinto livro. Desta vez a temática explorada foi a abolição da escravatura.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc">      Este será um livro polêmico, pois aponta alguns aspectos da política abolicionista do século XIX, como projetos eleitoreiros e oportunistas. Ele também levanta questões como, o engajamento de certos "abolicionistas"  que representavam certos setores da sociedade, que estavam mais interessados em agradar a política de expanção da industrialização inglesa que em fazer uma abolição lenta gradual e responsável.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc">      Outro aspecto a ser considerado é o fato de certos Abolicionistas renomados, não trazerem em suas biografias, a libertação de seus próprios escravos.</font></p>
<p><font style="background-color: #ffffcc">      Vai valer a pena ler esta obra. Aguardem que muito breve estaremos informando o seu lançamento.</font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/22/novo-livro-de-san-burundi-na-praca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 00:57:07 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Verão Angolano</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/verao-angolano</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/verao-angolano</guid>
		<description><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>
<div style="text-align: center"><img id="image276953" class="imgcentro" src="http://ohistoriador.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/negra-africana.jpg" alt="negra-africana.jpg" width="124" height="150" /></div>
<p> <span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"> </span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span><font style="background-color: #99ff00"><strong>Naquela tarde quente do verão angolano Jr, <span> </span>já sei o que vocês vão dizer – de novo esse cara? É mais uma vez aparece o nosso amigo Jr, mas como eu dizia Jr havia trabalhado como um cão e estava louco para tomar umas e outras. O homem era o provedor da ONU em angola, o responsável pelo abastecimento de víveres para as equipes internacionais, andava o dia todo, naquele momento ele estava precisando de descanso e descontração. Após passar no açougue, na quitanda e na farmácia o pobre homem precisava limpar a goela com uma generosa dose do puro malte escocês.</strong></font></span><strong><font style="background-color: #99ff00"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></font><br /> </strong></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #99ff00"><strong><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">A casa de Alzira nunca tivera tão concorrida, havia gente entrando, gente saindo, uma loucura. Jr tranqüilo chamou Alzira a um canto e fez a solicitação – sabe como é ia passando, vi o movimento e como o tempo esta pedindo, entrei para ver se posso tomar uma. Alzira muito educada, respondeu<span>  </span>- meu fofo, aqui você manda não pede. Acomodou seu cliente preferencial e foi buscar as bebidas.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></strong></font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #99ff00"><strong><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Lá pelas seis horas da tarde Jr já meio alegre e sob o efeito nefasto do álcool, começou a observar Alzira com bons olhos e lhe disse – alzirinha tu tais bonita hoje. Alzira que era um bucho danado, se sentiu como a própria Brook Child – são seus olhos -<span>  </span>respondeu. Que nada Alzira, você está belíssima. Alzira coitada, toda cheia de vergonha (ela sabia que era um bucho) agradeceu. Jr começou a falar que estava muito carente, só e chateado, pois era seu aniversário e não tinha com quem dividir sua alegria. Alzira caiu na asneira de sentar-se ao seu lado, tomou a maior cantada da sua vida. Jr estava louco para quebrar a Alzira e foi logo pedindo. A mulher não resistiu e foi cedendo até concordar de vez – ta bom, vá tomar um banho, trocar de roupa e lá pelas nove tu venhas que estarei te esperando.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></strong></font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #99ff00"><strong><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Jr partiu para a base, tomou um maravilhoso banho, colocou sua melhor indumentária e partiu em busca de fortes emoções. Ao chegar à casa de Alzira o velha-guarda ficou maravilhado. A dama luzia um belíssimo vestido de seda vermelha. Na face ela ostentava um sorriso enigmático.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>    </span>A casa estava mergulhada numa escuridão infernal. Alzira pede que Jr entre e se sente na poltrona da sala enquanto ela coloca gás no lampião. Da cozinha ela diz para Jr – meu fofo fique a vontade que estou me preparando pra você.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>     </span></span></strong></font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #99ff00"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><strong>Jr todo alegrinho começa a tirar a roupa e a envernizar a velha “ferramenta”. Nesse momento Alzirinha entra na sala com um lampião aceso. Nessa hora a platéia entra em delírio, gritando parabéns pra você. O pobre Suboficial percebe que não tinha saída e começa a dizer – putz grila que calor. Sim era verdade Alzira havia convidado todos os amigos de Jr para comemorar com ele seu aniversário. Dizem as más línguas que Jr nunca mais foi o mesmo. Alzira não lhe causou mais tesão, pois toda vez que começava um colóquio com a moça lembrava da festa e a <span> </span>“ferramenta” não luzia.</strong></span></font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #99ff00"><strong><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Aconteceu em Angola</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"> </span></strong></font></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #99ff00"><strong><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Por San Burundi</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>    </span></span></strong></font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/verao-angolano#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 17:35:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Noites Calientes</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/noites-calientes</link>
	<guid>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/noites-calientes</guid>
		<description><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>
<div style="text-align: center"><img id="image276949" class="imgcentro" src="http://ohistoriador.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/bunda-brasil.jpg" alt="bunda-brasil.jpg" width="121" height="88" /></div>
<p align="justify"> <span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"> </span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span><font style="background-color: #ffff99">O sol já havia se escondido por detrás dos prédios da cidade. Do sul vinha um vento frio que fazia estremecer o corpo dos transeuntes. Zé caminhava pela rua meio sem rumo, a procura de alguém ou de algo que lhe fizesse esquecer as agruras e amarguras de uma travessia marítima conturbada. O navio havia jogado muito na noite anterior e Zé ainda estava meio mareado. Seu caminhar era trôpego e a visão, típica dos marujos pouco acostumados a longas travessias.</font></span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99"><span>  </span><span>    </span>Ao norte a lua dava mostras que iria surgir cheia e brilhante, pois ainda não era visível, mas seu clarão iluminava o horizonte como um potente holofote. </font></span> </p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffff99"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">José Alberto seguia absorto em seus pensamentos. De repente, um som, como o estouro de uma boiada o fez girar nos calcanhares. À sua direita surgiu uma turba, composta de homens que caminhavam apressadamente, rumo ao ponto do ônibus,<span>  </span>provocando uma enorme algazarra. Zé foi envolvido pela multidão e sem que pudesse evitar, foi levado pela enxurrada, para dentro de um ônibus.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>       </span></span></font></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">O coletivo partiu rumo ao incerto, pois Zé não sabia para onde ia o tal Buzu. Espremido entre um negão forte e o ferro de um banco, Zé sentia uma dor enorme, sua vontade era saltar do ônibus, mas como? Se nem ao menos queria entrar.</font></span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span><font style="background-color: #ffff99">      </font></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">Após alguns freios de arrumação a coisa foi melhorando e depois de quase uma hora de viagem, o coletivo parou. Zé desesperado gritava – espera ai que eu vou descer. O ônibus todo em coro respondeu – nós também seu bosta. Sim, era o fim da linha. Zé da forma que entrou saiu do coletivo.</font></span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span><font style="background-color: #ffff99">      </font></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">Zé sai caminhado, a procura de um local, onde pudesse tomar umas e outras. Numa esquina a lanchonete está repleta de homens e mulheres. Zé fica animado, afinal, depois de chacoalhar por quase uma hora no maldito ônibus, havia encontrado sinais de civilização (mulheres). A alegria do velho Naval era visível, pois já estava cansado de praticar cinco contra um. Agora era diferente, eram mulheres.</font></span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span><font style="background-color: #ffff99">     </font></span></span></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffff99"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span> </span>O boy foi logo atacando - olá, como vai? Posso sentar? A mulata observou aquele rapaz de cima a baixo e disse – claro meu fofo, aliás, eu estava mesmo te esperando. Lilá era uma mulata (a lá índia) que possuía um corpo maravilhoso, lábios carnudos sensuais e sex, pele lisa como uma garrafa de Brama (casco escuro) e nádegas volumosas e fartas.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span>Zé subia pelas paredes de tanto tesão – você não me leve a mal, mas posso pegar na sua mão? - Claro meu fofo, sou toda sua. Zé por pouco não ejacula nas calças. Desce um Campari – uma dose? Pergunta o garçom – não, uma garrafa – responde Zé.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></font></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">A noite foi uma criança, os pombinhos bailaram, beberam, se beijaram e lá pelas tantas, Zé fez a clássica pergunta – vamos? A resposta vocês já sabem – claro meu fofo.</font></span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span><font style="background-color: #ffff99">      </font></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">O cafôfo era pequeno, mas bem organizado. Zé tirou a roupa e se deitou na cama. Lilá apagou a luz e se aninhou ao seu lado. Na vitrola (disco de Vinil, lembram?) uma voz que cantava – ninguém é de ninguém. E lá foi Zé, bolinando, mordendo, chupando, até que Lilá o fez gozar por diversas vezes. Por fim morfeu os enlaçou numa cortina de sono e os transportou ao paraíso.</font></span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span><font style="background-color: #ffff99">     </font></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99"><span> </span>Nove horas da manhã, o sol já quase no seu zênite, lá fora os pássaros com seus gorjeios fazem com que Zé desperte de sono de Morfeu. Seus lábios ainda tinham o sabor daquela fêmea, seu fogo ainda ardia. Zé virou-se de lado, iria dar a derradeira, a do mijo. Ao retirar o lençol que protegia a sua escultura, o susto – que que isso? Lilá ostentava um volumoso pênis ereto, da ponta do qual, pendia uma delgada fita de Emplasto Sabiá, a qual havia sujeitado seu membro durante sua aventura como mulher. </font></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">Zé naquele momento sentia ganas de vomitar, pois passara a noite inteira enroscado num boiola. Coisas de Marinheiro de primeira viagem.</font></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><font style="background-color: #ffff99">Aconteceu em Vitória(ES)</font></span></p>
<p align="justify"><font style="background-color: #ffff99"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Por San Burundi</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"> </span> </font></p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/noites-calientes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 17:30:26 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>O corno do xadrez</title>
	<link>http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/o-corno-do-xadrez</link>
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		<description><![CDATA[<p align="center"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><img id="image276943" class="imgcentro" src="http://ohistoriador.nireblog.com/blogs/ohistoriador/files/img_0004.JPG" alt="img_0004.JPG" width="450" height="338" align="middle" /> </span></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Eles formam um par perfeito. Ele baixinho careca e barrigudo, ela um Concorde, olhos claros, pele lisa, boca sensual, pernas delineadas, um verdadeiro monumento.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Ao caminharem na rua todos observam. Ele é todo sorriso ao contrário dela que é extremamente sisuda, olhar fixo no horizonte, uma santa. </span></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Reginaldo se sente feliz ao lado daquele monumento. Sim, porque ela é uma mulher muito honesta, uma verdadeira dama. No seu caminhar matutino ele faz questão de passar na pracinha, onde, todo o dia, rola um joguinho de xadrez. Ali se reúne a casta dos pensionistas da Marinha. Quando Reginaldo passa com a”dadivosa”, sua mulher, a galera mui respeitosamente cumprimenta – bom dia seu Guinaldo, bom dia dona Dadi! Dadivosa apenas movimenta a cabeça, mas Guinaldo, esse responde todo feliz – bom dia galera, logo mais tem? Todos respondem – claro. E lá se vai Guinaldo todo serelepe, deixando para traz uma turma aturdida pela visão daquele monumento. Sim, porque, a natureza fora deveras generosa com dona Dadi, principalmente na região glútea.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Ao cair da tarde Guinaldo beija Dadi e sai todo alegre em direção à pracinha onde a turma do xadrez o aguarda para a partida. O jogo começa e segue noite a dentro, o que já é uma rotina. no fundo do coração aqueles velha-guardas se perguntam – como pode um avião daquele em casa e esse corno velho aqui jogando xadrez? Sim, era duro de crer, a Dadi era uma mulher fenomenal, não merecia ficar sozinha naquele Ap.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Um dia as mulheres da rua se reuniram e resolveram tomar uma atitude, pois até elas estavam incomodadas. Foram todas para a praça tomar satisfação com seu Guinaldo. A mais revoltada, dona Isaurinha tomou a palavra – seu Guinaldo, isso não pode continuar, o senhor aqui, com esses velhos broxas, nesse maldito jogo e sua esposa, pobre coitada, abandonada naquele Ap. toma vergonha na cara! Guinaldo sentiu um remorso danado, até porque a esposa do seu Antíbes relatou que todas as noites ouvia a pobre mulher gemendo de tristeza. Seus lamentos eram tão profundos que já estavam incomodando a vizinhança. O velha-guarda não pensou duas vezes, largou o jogo e saiu em socorro de sua Dadi. </span></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">A turba que a essa altura do campeonato, havia se transformado numa pequena multidão, acompanhou o pobre homem (era para dar uma força). Ao chegarem a frente do prédio a multidão se deteve e Guinaldo se dirigiu à portaria. Os degraus foram vencidos de dois em dois. Ao chegar à porta do Ap. ele percebe que os gemidos de dona Dadi eram quase que lacinantes. Guinaldo dá uma leve pancada, chamando sua amada com voz suave. Lá em baixo a multidão que havia se avolumado, percebe um movimento na janela. No momento em que a mesma é aberta, surge a figura de um homem. O povão começa a ensaiar um coro de pula, pula, pula. Agarrado ao parapeito da janela, o Ricardão não suporta seu próprio peso e despenca de uma altura de seis metros, caindo sobre seu próprio carro, que estava estacionado estrategicamente em baixo da janela de dona Dadi.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"><span>      </span></span></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Enquanto isso, Guinaldo chora copiosamente abraçado a dona Dadi, prometendo nunca mais sair pra jogar xadrez. O<span>  </span>pobre coitado, além de corno era também surdo.</span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"> </span> </font></p>
<p><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Aconteceu em Edem </span><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'"> </span></p>
<p><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Harlow Solid Italic'">Por San Burundi</span> </p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p><a href="http://ohistoriador.nireblog.com/post/2008/04/15/o-corno-do-xadrez#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 17:26:11 +0100</pubDate>	</item>
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