Os fios da Bru
Quem és tu, doce criatura que a noite me procuras pra meu sono acalentar? Saiba estou acostumado, quando estou muito cansado, ao ir pra cama me deitar.
Não preciso de acalanto, pois deitado teu encanto chega assim sem avisar. Sempre em forma de texto escrito, numa frase que eu repito, sempre que vou descansar.
Uma frase infinita que sempre que é escrita, tem o dom de acalmar, o meu sono agitado, meu respirar descompassado, e até o meu pensar.
Ela fica ecoando com sussurros me lembrando, que é preciso ir buscar. Conhecendo o caminho, a percorrê-lo de mansinho vem teus fios me levar.
Por: San Burundi


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