Cidade do Paulista
Mar verde, praias ensolaradas, e a vida na calçada, segue seu turbilhão.

Gente que ali desfila, exibindo curvas distintas, criança que também brinca, girando o seu pião.
Guarda-sóis vão se abrindo, e as cores vão colorindo, pescadores vão surgindo, remando a embarcação.
É Janga Pau Amarelo, e o forte que está mais belo acervo sem paralelo, ganhou nova caiação.
Senhora do Ó igreja, encanta toda beleza, exibe a natureza, uma bela vegetação.
Cachaça e peixe frito, amendoim no palito, Caldinho do Lira é mito, sabor igual não tem não.
É bom uma paradinha, lá em Maria Farinha, comer uma agulhinha, curtir uma azaração.
Paulista, Maranguape é Nobre, engenho o morro sobe, Mirueira é pra quem pode, dispor de uma condução.
Ali onde nunca estive, caminhos de Paratibe, Artur Lundregen ainda exibe, família de Alemão.
Paulista dos meus amores, cidade das muitas cores, mil cheiros e seus sabores, guardados no coração.
Por: San Burundi (O Congolês)

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