Meditar é preciso

sonhar,sonhar, sonhar sem ver o sonho realizado. amar,amar, amar, e nunca ser corespondido. Falar, falar, falar, palavras sem sentido. Gritar, gritar, gritar, sem eco no ouvido. Chorar, chorar, chorar e nunca tirar partido. Caminhar, caminhar, caminhar, e se sentir perdido. Comer, comer, comer, e se sentir faminto. Banhar, banhar,banhar, e se sentir fedido. Essa é a rotina do plebeu, que mesmo cristão, vira ateu, já que não pode confiar. Vive promessas não cumpridas, em busca de esperanças perdidas, tentando a vida amenizar. Nessa dura realidade, Sorte no amor na verdade, são cem anos de azar.
Rezar, rezar, rezar, rezar. Rezar pra quê? Nada vai adiantar. Pedir ,pedir, pedir, pedir. Pedir pra quem? Quem irá me ajudar? Calar, calar, calar, calar, Calar por Quê? Querem me silênciar? Dormir, dormir, dormir, dormir. Dormir como? E se a fome não passar? Eu quero é me livrar, das agruras sem fim, dessa maré de azar.
Então, meditar, meditar, meditar. Meditar pra forças encontrar. Ouvir, ouvir, ouvir, ouvir. Ouvir os passaros cantar. Agradecer, agradecer, agradecer. Agradecer A Deus por lhe oportunizar, com sofrimentos lapidar, seu Eu interno divinal. Aprenderás que essa dor, maré de azar ou desamor, é plenamente natural.
Por: San Burundi (O Congolês)

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