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História, contos e poesia
Blog criado no dia 17 de setembro de 2007, com a finalidade de divulgar textos histórico, bem como contos e poesias tanto do autor San Burundi como de outros autores.

13/10/2007 GMT 1

Minha Flor Mulher

sanburundi @ 03:38

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Recordar-te sempre, te esquecer jamais, pois deitado em teus braços, sou feliz e tenho paz.

Eu vivia abandonado, numa casa sem jardim, como rosa solitária, tu olhavas para mim.

Percebi naquele instante, que a sorte me sorriu, recebi-a em meus braços, teu sorriso se abriu.

Hoje sou o jardineiro, deste lar cheio de flor, nele a rosa mais bonita é você meu grande amor.

Peço a Deus todos os dias, em sublime oração, que preserve nossa vida, sempre nessa comunhão.

Por San Burundi (O Congolês)

É doce morrer no mar

sanburundi @ 03:31


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Mar, doce porção de água salgada, mundo submerso, oceano sem fim. Em teu interior a vida pulula como o fervilhar de bactérias, que tuas correntes transportam no seu constante vai-e-vem. Vidas coloridas, peles escamosas, Botos cor-de-rosa Enguia, Camarão. Superfície calma, ondas em leves vagas, vento que embala uma embarcação. Várias avenidas, que transportam vidas, belas, águas vivas, Cherne e Cação. Mar dos pescadores, que inspira amores, trova aos trovadores, Canta uma canção. Como é complicado, esse gosto amargo de tuas águas salgadas, que minha sede malvada não pode aplacar. Mesmo com esse gosto, a bela canção praieira feita em tua beira, nos faz recordar que é doce morrer no mar. Águas que geram a vida, algas coloridas, banco de corais. Fundo exuberante, de cores vibrantes, bóias flutuantes a iluminar. Mar, meu doce mar, como é bom o teu perfume, como é lido esse teu céu. Estrelas em cima e em baixo, cavalos que são marinhos, seguem o seu caminho sem com nada se importar. Olhando essa paisagem posso afirmar é doce morrer no mar.

Por San Burundi (O Congolês)

12/10/2007 GMT 1

Aqui Jaz

sanburundi @ 02:59



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Hei você! Preste atenção, não vá fazer sofrer um coração, que na verdade, só quer amar.

É solitário e sofredor, acostumado a tanta dor que já não quer nem trabalhar.

Vive batendo bem fraquinho, sangue escorrendo de mansinho, qual barco a vela a navegar.

Ele precisa de doçura, pra compensar a amargura, que é muito dura de tragar. 

Você que vive abastada, por toda parte é amada, não vá magoar meu coração.

Que sai a noite e entra o dia, batendo com taquicardia, e com problemas de pressão.

Saiba que ele foi um dia o bumbo de uma bateria, que desfilava no cordão.

Agora só restou saudade, dos tempos de felicidade, tempos que já não voltarão. 

Menina acorda para a vida, se queres ser bem recebida, ajude esse bom rapaz.

Que já esta velho é verdade, porém na sua mocidade, foi elegante e sagaz.

Fazendo o que for possível, pra sua vida benefício, ele precisa só de paz.

Melhor as flores ainda em vida, que elogios que não findam, na campa fria do “aqui  jaz”.

Por: San Burundi (O Congolês)

Luar de Amaralina

sanburundi @ 01:54


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Luar parado, praia distante, surgiu no horizonte, meu barco a navegar.

O balançar ligeiro, que embala o marinheiro, nas noites de luar.

Maré de ondas mansas ancora a esperança, de logo encontrar.

A bela adormecida, paixão da minha vida, que achei a beira mar. 

 

Foi numa noite dessas, que a lua estava em festa, no céu como um balão.

Meu barco sorrateiro se deslocava em meio a outras embarcações.

Na bela Amaralina, estrelas pequeninas cobriam todo o chão.

Ali tu te encontravas, sonhando acordada, pedindo proteção. 

 

A nave já estava de espias amarradas, tentando atracar.

No cais da praia bela, onde eu te vi donzela, deitada a descansar.

Desci todo enfeitado, de corpo perfumado, pra lhe impressionar.

Porque eu já sabia, que aquela que dormia, nasceu pra me amar. 

 

O flerte foi ligeiro, pois todo marinheiro, tem sempre inspiração.

Tem charme é galante, Cortez e elegante, o rei da azaração.

Bastou uma olhada, pra moça que acordava prender sua atenção.

No mar de Amaralina, achei lida menina, lhe dei meu coração. 

Por San Burundi ( O Congolês)

11/10/2007 GMT 1

Poesias que Rosa Lia

sanburundi @ 11:21

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Vou falar-te neste dia, das coisas que Rosa Lia, em tom de declamação.

Ela lia de verdade, com muita sinceridade e com muita entonação.

Rosa Lia poesias, porém certas trovas frias, a rosa não Lia Não.

Lia todos os romances, calorosos e picantes, peças lindas dramalhão.

Mas o que ninguém sabia, é que a mesma Rosa Lia, tinha uma frustração.

De andar pela cidade, indo à busca na verdade, da fonte de inspiração.

A mãe da filosofia, que alimenta a fantasia, do poeta em formação.

Lia Rosa, Rosa Lia, com destreza e euforia, os versos de uma canção,

Mas, quem é a Rosa Lia? É a mesma que outro dia, deu-me toda atenção?

Certamente é a mesma Lia, que merece a simpatia, dos poetas da União.

Esta linda Poesia, eu dedico com alegria, a grande dama Rosa Lia.

San Burundi( O Congolês)  

Pink pra Belinha

sanburundi @ 02:44

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Dia seis que alegria, completou-se trinta dias, que cheguei a esse mundão.

Mundo que pra mim é rosa, porque essa flor formosa serviu de inspiração.

Pra me iluminar a vida, pois mamãe feliz da vida deu-me por decoração.

Quarto muito arejado, ricamente ornamentado, com detalhes em chitão.

Onde caprichou no rosa, e eu Belinha toda prosa, durmo com o meu irmão.

Sem me esquecer, contudo, que dentro desse meu mundo, tem a vovó e o vozão.

Por: San Burundi (O Congolês)

Autor San Burundi é recebido na UBE

sanburundi @ 01:54

Dia 10 de outubro de 2007, o Escritor San Burundi Foi recebido como sócio da União Brasileira de Escritores UBE. A Recepção de chegada foi feita pela poetisa e Imortal Rosa Lia Dinelli e Pelo Presidente da entidade Dr Vital. 

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A todos os Escritores

da UBE 

Outubro mês das crianças, renovam-se as esperanças, dentro do meu coração.

Veio então meu dia, de pisar com galhardia, nesse sublime chão.

Piso que sei, é sagrado, pois já foi pisoteado, por heróis do panteão.

Palco desses trovadores, de poetas e cantores, cordelistas em declamação.

Quero honrar com seriedade, me empenhando de verdade, pra manter a União.

União dos escritores, dos poetas trovadores, nossa instituição. 

Por San Burundi (O Congolês)

Escritor Lança livros na Bienal do Livro de Recife.

sanburundi @ 01:09

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Dia 10 de outubro de 2007, as 16:00 horas o Escritor San Burundi lançou, oficialmente, seus três Livros, no estande da Editora Livrorápido.

10/10/2007 GMT 1

Saudades dos meus filhos

sanburundi @ 01:17

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Ah, como eram bons os tempos passados, com todos vocês ao meu lado, vivendo uma relação.

Tempos de muitas alegrias, gritando com toda euforia, correndo de pés no chão.

Brincando de pique bandeira, polícia ladrão, amarelinha, subindo o morro do vulcão.

Balanço, pique esconde, escorrega, se ficar o bicho pega,as fogueiras de São João.

Os passeios mais bonitos, pelas cidades ou distritos, do nosso belo rincão.

Tomar banho de cachoeira e uma outra brincadeira, mergulhar no riachão.

Hoje isso tudo é saudade, saudosismo da idade, desse velho coração.

Aquilo é que era bão!

Por: San Burundi (O Congolês)

À minha amada mãe

sanburundi @ 00:40

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Você se foi mais rápido que pensei, deixando em mim a dor da despedida.

Mulher dos sonhos meus, amor que Deus me deu, para a vida embalar.

Mesmo assim, distante, tua presença é constante, não posso deixar de te amar.

Lembro-me ainda criança, tuas palavras sinceras a me aconselhar.

Falavas bem de mansinho, sempre com muito carinho, para não me magoar.

Conselhos que eram verdade, mas na minha pouca idade, não consegui captar.

Com o tempo teus bons conselhos, serviram-me como espelho, para me modificar.

Hoje já homem feito, lembro com muito respeito, do teu terno e doce olhar.

Agora com sabedoria, cuido bem das minhas crias, e tenho conselhos pra dar.

Porém mãe, sinto saudades, dos dias de felicidades, no nosso humilde lar.

Por: San Burundi (O Congolês)

Todos os textos aqui colocados são de autoria do Poeta e escritor San Burundi e fazem parte do livro: Histórias, Contos e Poesias para ser lembrado. Editado Pela Livrorápido

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